Liz Taylor representou o glamour de Hollywood com
a sua interpretação de Cleópatra no monumental
filme de mesmo título (1963), que punha em cena
a sua beleza imaculada e que a tornou uma das
atrizes mais solicitadas da época. Sua vida
privada, repleta de escândalos, despertou sempre
grande curiosidade, com destaque para os seus
dois casamentos frustrados com Richard Burton
que, como ator, com ela contracenara em
Cleópatra e em A Megera Domada (1967). Após a
morte de Rock Hudson, que havia trabalhado com
Elizabeth em Assim Caminha a Humanidade (1955),
abraçou a causa da luta contra a Aids. Em 1993,
foi premiada com um Oscar honorário. Já havia
recebido a estatueta em 1960 por sua
interpretação em Disque Butterfield 8 (O
Número do Amor) e, em 1965, por Quem Tem Medo de
Virginia Woolf?. Taylor, que ultimamente não tem
sido pródiga em suas aparições no cinema (A
Maldição do Espelho, 1980, ou O Jovem
Toscanini, 1988), publicou suas memórias em
1988.
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