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BIOGRAFIAS DE CELEBRIDADES PERSONALIDADES ARTISTAS
FAMOSOS
BIOGRAFIA DE
RENATA
FRONZI
(Atriz)
1925- |
Filha, neta e bisneta de italianos, o nome de
Renata Fronzi é Renata Mirra Ana Maria Fronzi
Ladeira. Os avós e os pais eram artistas de
teatro e Renata nasceu em uma excursão, quando
os pais estavam na província de Santa Fé,
Argentina. Era o ano de 1925, 1° de agosto.
Começou sua vida artística estudando balé no
Teatro Municipal de São Paulo. Estudou no famoso
colégio italiano Dante Alighieri. Mas logo a
família se mudou para Santos e para lá foi a
menina. Era uma garota forte, atlética, mais do
que bonita. Em Santos se encantou com a
natação. Em teatro participava, às vezes, das
montagens do pai em clubes doppo
lavoro . Foi aí que conheceu Heitor de
Andrade, que era de Rádio e depois da Televisão
Tupi. Era teatro amador o que fazia. Estava com
15 anos. Estreou profissionalmente na Companhia
de Eva Todor, na peça Sol de
Primavera. De personalidade muito alegre e
risonha, ainda que tremesse de medo de entrar em
cena, Renata divertia a todos. Os pais se
transferiram para o Rio de Janeiro a convite do
famoso Walter Pinto. Renata veio junto. Aí ela
cantava, fazia esquete, dançava e se saia muito
bem. Ficou estrela da Companhia de Revista.
Depois excursionou para Buenos Aires, mas voltou,
pois o pai falecera. No Rio de Janeiro, de volta,
conheceu o grande amor de sua vida, Cesar
Ladeira, grande nome do cenário artístico
nacional. Renata então entrou definitivamente
para a televisão. Fez: Teatrinho Trol, de
Fábio Sabag. Sua carreira prosseguiu e ela
entrou para o seriado Família Trapo,
na TV Record de São Paulo, sucesso absoluto, na
época. Era como se fosse um teatro, com
público, televisionado. E era comédia. Renata
estava no seu ambiente, fazendo o que gostava de
fazer. Depois, já na Globo fez: Faça
humor, não faça guerra, Chico
City, programa de Chico Anysio. E fez
também novelas, como: Minha doce
namorada, O rei dos ciganos.
Aí veio O Bronco, outro seriado de
humor, em São Paulo, ao lado de Ronald Golias.
Não deixou, porém, de participar de coisas
sérias, como a novela O Semi Deus,
por exemplo, Chega mais,
Dulcineia vai a guerra. Isso não só
na Globo, como na TV Bandeirantes de São Paulo.
Intercalou seu trabalho na televisão, com
participações no cinema, e fazia também
teatro. Voltou às novelas, foi dirigida por
Henrique Martins, na novela Jogo da
Vida, Pão pão, beijo beijo ,
Transas e Caretas, Corpo a
corpo, e tantas outras. Renata Fronzi achou
tempo de fazer mais de 30 filmes. Desses os que
se lembra com mais ternura foram: Treze
cadeiras, com Oscarito, Carnaval em
lá maior, Guerra no Samba,
De pernas pro ar, Hoje o galo
sou eu, Vai que é mole,
Quero essa mulher assim mesmo,
Ässim era a Atlântica, etc... Fez
também trabalhos no exterior e não parou nunca.
Mas, recentemente, teve um problema de saúde e
fez operação nas duas pernas. Está se
recuperando para voltar a fazer meu
teatrinho, sua grande paixão. Hoje viuva,
sua outra paixão é a família, composta de
filhos, netos e bisnetos. Alegre, risonha, amiga,
sua casa vive cheia. E ali Renata recebe a todos
com o doce carinho que aprendeu com sua família
italiana. Essa é a eternamente jovem, Renata
Fronzi.
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