Rubens Ewald Filho nasceu em Santos, cidade do
litoral sul paulista. Rapaz bonito, alto,
inteligente e culto, sempre se interessou por
cinema, mas seu interesse foi pela direção ao
mesmo tempo que pela redação. Rubens gostava de
escrever desde cedo. E começou a trabalhar no
jornal A Tribuna de Santos, para onde
escreve até hoje. Depois passou para o
Jornal da Tarde. Colaborou sempre com
os jornais: O Estado de São Paulo; e
as revistas: Veja e Nova.
Nos anos 70 foi para a televisão, tendo passado
por várias emissoras. Mas seu forte masmo foi o
cinema, primeiro como ator e depois como diretor
e assistente de direção. Fez filmes: A
Herança; As Gatinhas;
Independência ou Morte; A Casa
das Tentações; Amor Estranho Amor.
Seu nome, porém, apareceu como redator da novela
Éramos Seis, em parceria com Sílvio
de Abreu. Essa novela foi encenada por três
vezes: em 1967 pela TV TUPI; em 1977
pela mesma TV TUPI de São Paulo, e em
1994, pelo S.B.T. Fez sempre tanto sucesso que
foi premiada com o Troféu Imprensa e o Prêmio
APCA. Rubens Ewald escreveu outras novelas:
Gina, para a TV Globo.
Drácula, Uma História de Amor, que
foi a última novela da TV TUPI, que a seguir
fechou suas portas. Essa novela foi reescrita e
reapresentada pela TV Bandeirantes, com o nome
de: Um Homem Muito Especial. Depois
ele escreveu Casa de Pensão;
Iaiá Gárcia; Pátio das
Donzelas para o S.B.T. O que marca, porém
sua carreira de sucesso, é seu amor pelo cinema.
Em 1978 lançou o primeiro Dicionário de
Cineastas, obra sem similares. Hoje já tem
quase 30 livros editados. Em 2004 ele chegou à
impressionante marca de vinte mil filmes
assistidos e registrados. Por isso que ele é o
comentarista com mais idoneidade e conhecimento,
para a transmissão do Oscar, o
grande festival de cinema americano. Ele é, sem
dúvida o crítico de cinema mais importante do
Brasil
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