Rachmaninov foi diretor do Teatro Bolshoi, de
1904 a 1906, e também um dos últimos grandes
representantes do pós-romantismo musical na
Rússia pré-revolucionária. As características
de suas obras são a elegância mundana, a
profunda tristeza, os ritmos exaltados e as
melodias arrebatadoras. Em 1917, Rachmaninov,
após perder todos os seus bens com a
revolução, abandonou o país e fixou
residência na Europa Ocidental. Em 1935,
mudou-se para os Estados Unidos, onde obteve
êxito como concertista de piano. Rachmaninov
interpretava as próprias obras, mas também as
de Frédéric Chopin, F. Liszt e Alexander N.
Scriabine, fascinando completamente o público
com seu virtuosismo como pianista. Antes de
abandonar a Rússia, Rachmaninov compôs três
grandes concertos para piano e, em 1937, já nos
Estados Unidos, um quarto concerto. Entre as
obras para piano, uma das mais conhecidas é o
Prelúdio em Dó Menor Sustenido, composto em
1892. Nos Estados Unidos, são especialmente
populares as sinfonias, bem como os poemas
sinfônicos, como A Ilha dos Mortos (1909) e sua
última grande composição, Danças Sinfônicas
(1940), magnífica obra da maturidade.
Rachmaninov compôs também três óperas, coros
e lieder.
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