Walter Luiz Negrão nasceu em Avaré, interior de
São Paulo, em 1914. Bastante jovem veio para a
capital paulista e ingressou em jornal. Foi
jornalista de: Última Hora;
Cláudia; Status e
Veja. Como roteirista e escritor de
televisão começou aos 18 anos, na TV TUPI de
São Paulo, com a Peça Quadro sem
Moldura, que foi levada ao ar pelo
Grande Teatro TUPI. Embora não fosse
a sua predileção, mas foi ator em algumas
novelas da TV TUPI. Embalou, porém, no que
sonhava e escreveu para a TV Record:
Renúncia; Marcados pelo
Amor; Banzó. Depois para a
TUPI, Somos Todos Irmãos; para a
Bandeirante: Os Miseráveis. Voltou
à TV TUPI, e em parceria com Geraldo Vietri,
escreveu: Antônio Maria e
Nino, o Italianinho. Duas novelas de
grande sucesso. Foi chamado para a TV Globo, de
onde quase nunca saiu. Começou fazendo A
Próxima Atuação. Depois para a TV Record
fez: Editora Mayo, Bom Dia. E
novamente para a Globo criou: Shazan,
Xerife e Cia. Depois Cavalo de
Aço, Meu Primeiro Amor;
Supermanoela. Aí voltou à TUPI, com
Ovelha Negra; Xeque Mate;
Cinderela 77; Roda de Fogo,
onde apenas finalizou a novela. Na Globo (1980)
fez Chega Mais e finalizou: As
Três Marias; e O Amor é
Nosso; Para a TV Cultura fez: Pic
Nic Classe C. E voltou à Globo com alguns
sucessos: Pão Pão, Beijo Beijo;
Livre para Voar; De Quina para
a Lua, (que só finalizou); Direito
de Amar; Fera Radical;
Top Model; O Sorriso do
Lagarto; Despedida de Solteiro;
Madona do Cedro;
Tropicaliente; Anjo de
Mim; Era uma Vez; Vila
Madalena. Fez a bonita minissérie: A
Casa das Sete Mulheres. E atualmente (2005)
assina a novela: Como uma Onda. Ainda
é supervisor de textos na Rede Globo de
Televisão. Nesta vasta ficha de trabalhos,
devemos registrar que Walter Negrão é
publicitário, tenho trabalhado nas agências:
Norton e CIN. É um dos principais redatores da
TV Globo.
|